Hora do desabafo que nunca redigi

Peço licença a quem procura este blog apenas para saber das últimas das cidades que sempre cito por aqui. Vou usar o espaço para “abrir o coração”, como brinca aquela propaganda de produtos alimentícios e desabafar um pouco sobre o que se passa nesta cabecinha aqui.

Sei lá se é a ausência de quem só me faz bem ou a mudança astral (a quase maga Ludmila bem que poderia me ajudar a desvendar isso, hein), mas o fato é que ando me sentindo estranho, saudoso de tudo, não-parte da realidade que vivo, carente de sei lá o que direito, desejando um não-sei-o-quê, meio que sem saber onde pisar direito.

Em um momento, quero me isolar do mundo, ficar quieto e calado no meu canto; noutra hora anseio por sair, correr os quatro cantos do universo e respirar todo o ar que estiver a minha volta.

Difícil saber o que fazer quando nem mesmo se sabe o que é. Mais difícil ainda erguer a cabeça todo dia e, às vezes, ter que me convencer de que isso não passa de atitude de uma criança que cresceu mimada.

Respira fundo, Danilo. O dia tá acabando. Amanhã isso passa.

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