Em Floripa, um problema puxa outro e moradores ficam à mingua

Não sei ainda o que me irrita mais em Florianópolis. Fico dividido entre o alto custo de vida, os problemas de mobilidade urbana na região e a falta de opções culturais e de entretenimento realmente acessíveis.

E, olhando de perto, uma coisa leva à outra. Sobram carros e faltam ônibus, balsas, ciclovias. E aí as pessoas optam por morar mais perto do trabalho  (claro que não resolve. Não há estradas que suportem tantos carros).

Só que a (maldita) especulação imobiliária joga os preços para o alto. Mercados, farmácias e tudo mais seguem nesta trilha.

Usando a desculpa de que ninguém procura, às ações e investimentos na cultura e entretenimento diminuem. Mas se não há hábito, demora até que algo novo seja incorporado à rotina, certo?

Fica difícil morar numa cidade com visões tão limitadas no gerenciamento da coisa pública.

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